Aquele desespero que engole o delírio,
Confuso e dúbio, ignorando qualquer pendência
De culpados inócuos que não alcançam o martírio;
E preferem enervantes, o veneno e a penitência…

 

Seja o depressivo, o pai ou a criança,
Caído lânguido o peso da dor embalsamada;
E quando a solidão faminta vem comer tua esperança
A tentativa não ajuda, seja perto ou separada…

 

Mesmo exposto iriante a um círio, a dor
Na treva, no embate, aniquila qualquer lembrança
Que (improvável) ofusque a morte enamorada…

 

Ao ver e aceitar o vilipêndio e o terror,
Que forçosamente invade e domina a confiança;
Sutilmente; a alma do coração fica ensanguentada!

 

Gabriel G.

 

Categorias: GeralPoemas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *