Venturosa mulher, benigna de tanto amar,
Aos olhos que refletem pureza e ardor
Da mãe que trabalha e encanta ao preparar;
Uma linda cantiga, de devoção e amor.

 

Uma lira fremente de penhor,
Eólia, nobre, que não desiste de tentar,
E por não cair diante de nenhuma dor,
Poderei sempre me envolver e confiar.

 

Portanto o pacífico dos dias que um dia brilhará
Verei novamente seu semblante, de uma donzela
Que nunca irá fraquejar!

 

Mãe por favor, me abrace sem hesitar!

 

Gabriel G.

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